Sobe para 75 o número de casos de microcefalia em Alagoas, informa Ministério da Saúde



Sobe para 75 o número de casos de microcefalia em Alagoas, informa Ministério da Saúde

O número de casos confirmados de microcefalia em bebês nascidos em Alagoas entre 2015 e 2016, segundo dados divulgados na quinta-feira (30) pelo Ministério da Saúde (MS), chega a 75. O boletim anterior do MS, divulgado no dia 22 de junho, dava conta de 74 casos.

Dessa forma, Alagoas continua em último lugar entre os estados do Nordeste em relação ao número de casos confirmados. O primeiro é Pernambuco (366), seguido pela Bahia (263), Paraíba (147), Maranhão (131), Ceará (124), Rio Grande do Norte (113), Sergipe (111) e Piauí (87).

Pelos dados atuais do Ministério, o número de casos investigados em Alagoas permanece em 68. Em todo o país, de 2015 até agora, 1.638 bebês foram diagnosticados com microcefalia e outros 3.061 casos suspeitos estão sob investigação.

O Ministério da Saúde (MS) ressalta que está investigando todos os casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central informados pelos estados, além da possível relação com o vírus Zika e outras infecções congênitas. A microcefalia pode ter como causa diversos agentes infecciosos além do Zika, como Sífilis, Toxoplasmose, Rubéola, Citomegalovírus e Herpes Viral.

O MS orienta as gestantes a adotarem medidas que possam reduzir a presença do mosquito Aedes aegypti, com a eliminação de criadouros, e proteger-se da exposição de mosquitos, como manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida e utilizar repelentes permitidos para gestantes.

Por outro lado, em Maceió, onde havia escassez de repelentes para se proteger do mosquito até alguns meses atrás, atualmente esse produto sobra nas prateleiras das farmácias e até baixou o preço. Isso porque, acreditando que o pior já passou, muita gente diminuiu os cuidados e deixou de usar o produto.

Porém, os dados do Ministério da Saúde comprovam que o vírus Zika, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, ainda é uma ameaça, bem como sua principal consequência, que é a malformação genética conhecida como microcefalia. Por isso, o uso de repelente por qualquer pessoa, mas principalmente por gestantes, ainda é fundamental.


Fonte: Correio Noticia





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