Militar do BPE morre no HGE após ser atingido por disparo da própria arma


Morte do cabo Adalberon, de 46 anos, pode ter sido acidental ou tentativa de suicídio


Na tarde desta terça-feira (31), um policial militar do Batalhão de Polícia de Eventos morreu após no Hospital Geral do Estado (HGE) após ser atingido por tiro da própria arma dentro de um carro no bairro de Riacho Doce, no Litoral Norte de Maceió. O cabo Adalberon Souza, de 46 anos, chegou a ser socorrido por uma Unidade de Suporte Avançado (USA) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos. Duas hipóteses são consideradas para o caso. O militar teria tentado suicídio ou ao manusear a arma ela teria disparado acidentalmente atingindo sua cabeça.

A Polícia Militar informou que era dia de folga do cabo Adalberon que se divertia com amigos no bar onde o carro ficou estacionado. Ao sair do bar e entrar no carro, os companheiros de Adalberon ouviram o disparo.

Imagens do carro mostram que pedaços da massa encefálica do militar ficaram no teto do veículo, assim como uma marca de disparo. A arma caiu no chão do veículo, em cima do tapete. Após atendimento do Samu a perícia identificou marcas de sangue nos bancos, teto, porta da parte de trás do carro.

Ele foi levado em estado gravíssimo ao HGE. A Polícia Militar informou em nota de pesar sobre a morte do militar que a perícia e um inquérito que será instaurado vão apurar e esclarecer a causa da morte.

Ele possuía 24 anos de serviço, deixa esposa e uma filha.

Confira a nota de pesar na íntegra:

“Nota de Pesar

A Polícia Militar de Alagoas lamenta, com profundo pesar, a morte do cabo Adalberon Souza Cruz, de 46 anos, ocorrido na tarde desta terça-feira, 31.

O cabo foi vítima de acidente com arma de fogo nas proximidades do Mirante da Sereia, sendo socorrido pelo SAMU e encaminhado para o Hospital Geral do Estado (HGE), onde veio a falecer. A perícia e inquérito vão apurar e esclarecer a causa da morte.

O militar possuía 24 anos de serviço à corporação, estava lotado no Batalhão de Eventos, era casado e tinha uma filha. A Polícia Militar se coloca à disposição da família para o que se fizer necessário.”

Fonte: Tribuna Hoje



(Foto: Ascom / PM-AL)

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