Irmã de Fernando Aldo quebra o silêncio e fala sobre assassinato

[caption id="attachment_4132" align="alignleft" width="300"]Foto: Arquivo Pessoal Foto: Arquivo Pessoal[/caption]

Rita Brandão, irmã de Fernando Aldo Gomes Brandão,  morto na madrugada de 1º de outubro de 2007, na cidade de Mata Grande, após participar de uma das maiores festas da região, o Mata Grande Fest, quebrou o silêncio e falou sobre o caso que ainda segue sem solução.

Segundo o inquérito da Polícia Civil, por volta da 1 hora, Fernando Aldo deixou sua família no palanque da festa e disse que ia até o carro para descansar um pouco. Ao chegar ao veículo, notou que um dos pneus estava vazio e quando abriu a porta do carro foi rendido pelo soldado Marlon, que efetuou nove disparos de pistola nove milímetros.

O atual prefeito de Delmiro Gouveia, Luiz Carlos Costa, o Lula Cabeleira, e o deputado estadual Cícero Ferro constam no processo como mandantes do crime. Ainda segundo a polícia, o crime foi encomendado em setembro de 2007, pelo deputado Cícero Ferro, em sua própria casa.

Eliton Alves Barros, conhecido como “Wellington”, Dílson Alves, o soldado Carlos Marlon Gomes Ribeiro e Eronildo Alves Barros, o “Nildo” foram apontados como os autores materiais. Dílson Alves foi condenado a nove anos de prisão, depois de ser beneficiado pela delação premiada, ao revelar que teria recebido R$ 4 mil de Cícero Ferro. O soldado Marlon e Wellington continuam presos esperando o julgamento. Já Nildo morreu em um acidente automobilístico na capital Pernambucana.

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