COBRAR PARA PREGAR A PALAVRA DE DEUS É BÍBLICO?

Hoje vivemos um período complexo em relação à pregação evangélica no mundo. A deturpação ideológica se confunde com a difusão das teologias: teologia da prosperidade, pensamento positivo e poder da mente etc. Idéias que alicerçam o conceito de transforma o seguimento em um verdadeiro império financeiro religioso.

Dentro desse tema polemico e ao mesmo tempo simples, fica a pergunta: É bíblico cobrar para pregar o evangelho?

Algo que gostaria que os amigos leitores praticassem  de hoje em diante é ler a bíblia com a seguinte comosvisão: Jesus como chave hermenêutica da palavra de Deus, Jesus nunca quis ou desejou que a pregação da boa nova se transformasse nessa “palhaçada” (nada contra os palhaços - grandes e insubstituíveis profissionais do riso) que vemos hoje no “tele-evangelismo” que não preciso citar, pois sabem da falta da verdade de tais “pregadores”, quando forem expostas as idéias, chegando a conclusão de quem falo “pois a carapuça cai na cabeça de quem faz”.

 

É bíblico cobrar para pregar o evangelho?

 

Não. Jesus em seu evangelho falou que o trabalhador merece o seu sustento, e não a sua riqueza. Falou ainda, recebemos o que os ouvintes vos desse, não obrigar as pessoas a dar o que não tem. O essencial da pregação é a salvação e amor.

 

Vamos conferir na bíblia alguns exemplos

 

Pelo que sei das Escrituras, não há precedentes na Bíblia de pessoas (profetas, pregadores, apóstolos... etc.), nem no AT nem no NT, que tenham cobrado (estipulado um valor) para transmitir o conselho do Eterno.
Noé - Segundo a Bíblia, "apregoeiro da justiça", não há relato de que cobrava para pregar.

Profetas - Não cobravam para transmitirem o conselho de Deus. Eliseu recusou as dádivas que Naamã lhe deu.

 

Daniel  - Recusou os presentes do filho de Nabucodonosor, quando interpretou a escrita misteriosa na parede.
Jonas - Não cobrou cachê dos ninivitas para lhes transmitir os desígnios de Deus  Jesus Não estipulou um valor para que os que quisessem ouvi-lo desembolsassem.
Apóstolos - Nenhum dos apóstolos, ou discípulos cobrava cachê para pregar a palavra de Deus.

Exemplos de pessoas que “burlaram” os princípios de Deus

 

1 - Balão - Mesmo Deus vetando a ele que amaldiçoasse a Israel, insistiu nisso, porque "cobiçou o prêmio da injustiça". Foi repreendido pelo Anjo de Deus, que iria matá-lo, pois o seu coração não era reto perante o eterno.
2 - Geazi - Foi atrás de Naamã para receber os "presentes", que o profeta Eliseu tinha rejeitado por ordem Divina. Ficou leproso, demonstrando a Deus com isso, que Ele repudiava aqueles que têm um coração cobiçoso, e obtêm vantagens com as coisas de Deus.
3 – Mago Simão - Fez uma proposta indecente ao apóstolo Pedro, para que podesse obter o dom de Deus através de dinheiro, com visão empreendedora, pois queria fazer dos dons espirituais, um trampolim para o enriquecimento pessoal. Foi repreendido pelo apóstolo.

Amados, querem transformar o reino dos céus em uma Roma dos últimos tempos cheia de corrupção, avareza e soberba.

Esses que dizem serem donos da verdade! Convertam o coração ao evangelho enquanto há tempo.

Para que a verdade do evangelho liberte e salve.
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2 comentários:

  1. Pe. Lázaro JoséMelo de Oliveira22 de maio de 2011 18:34

    O caro amigo jairo, no seu artigo: " As religiões aprisionam! E Cristo liberta", comete rerros grosseiros de teologia e demostra não conhecer alguns textos bíblicos.
    Primeiro, Foi Jesus mesmo que fundou a religião Mt 16: " Pedro tu és pedra e sobre essa pedra eu edificarei a minha igreja". Em colosses 1,18 Paulo diz que Jesus é a cabeça da igreja que é seu corpo; não se pode falar de Jesus sem igreja, portanto sem religião. Foi Ele quem quis assim. Separar Jesus da Igreja é separar a cabeça do corpo. Uma teologioa que não contemple a Igreja e portanto a religi~]ao, é uma telogia capenga de fundo de quintal. Mesmo porque Jesus foi um assíduo frequentador do templo e ele mesmo criou doutrinas quando falou da eucaristia " ISTO É MEU CORPO", quando inovou na questão do amor, isso é doutrina que aliás a igreja reproduz com fidelidade.

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  2. Pe. Lázaro JoséMelo de Oliveira22 de maio de 2011 18:57

    Outro erro teológico é falar de indulgência como se a Igreja tivesse dito algum dia que a mesma traz o Reino de Deus. Eu me pergunto se o caro amigo sabe o que é indulgência, ou se infantilmente foi convencido por professorzinho ateu de história que gosta de falar mal da indulgência sem nem saber o que é isso.
    O espírito da indulgência como a igreja ensina é o seguinte: indulgência significa benevolência, é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida aos pecados já perdoados, ou seja, quando a pessao pede perdão do pecado, Deus perdoa, mas fica a pena, ou seja o ressarcimento do estrago que o pecado causou.Ex: se falei mal do outro, sou pedoado, mas tenho que desfazer o que disse, essa é a penitência; a indulgência, consiste em dispensar essa penitência, é a benevolâcia de Deus que dispensa, em determinados períodos esse "castigo", por meio da Igreja, da sua Igreja. E a indulgência é oferecida sobretudo aos mortos. Em 2 Mac 12, Judas macabeus faz uma coleta para oferecer um sacrifício, um a celebração para os mortos, uma oração, é o pdido pelas penas dos mortos. Pronto! E esse o espírito real da indulgência, não como falam porai sem conhecimento de causa.

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